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![]() DOIS GUMES
Lílian Maial Ciúme é um veneno sem cicuta, Que a vil insegurança nos injeta. Melhor é nem provar da dita fruta, Aproveitar o amor, que é a nossa meta. Ciúme é um tempero em dose bruta, Que acaba por lançar-nos à dieta, E toda a doação vira disputa, E nada mais disfarça a dor secreta. O verdadeiro amor não tem ciúme, é doce e impregnante qual perfume, que invade os nossos sonhos num dueto! Pois venha me escrever outro poema, Onde a alegria seja sempre o tema, E saboreia agora este soneto! ******* Lílian Maial
Enviado por Lílian Maial em 30/04/2008
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