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![]() QUASE NADA
®Lílian Maial Quase nada é o tanto que me resta agora. Eu, que tive tudo e por tão pouco tempo e me viciei... És droga, praga, ardil, feitiço! Poção traiçoeira, veneno mortal, dor de brincadeira! Me contaminei, bebi do teu amor até cair. Depois, nos teus braços, sumi. E nunca mais me encontrei. Agora vivo de fachada, nesse quase nada, que é a tua lembrança. Coisa de criança, nosso amor menino, só vingou em mim. Lílian Maial
Enviado por Lílian Maial em 02/12/2014
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