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![]() LADRÃO DE POESIA
®Lílian Maial Meu verso recusou a vil sentença, queria te ofertar algo de vivo, mas tudo o que restou da antiga crença, secou num verbo falso e adotivo. Em plena madrugada, sem licença, acendo o teu cigarro intuitivo e embora cada trago a mim pertença, é tua essa fumaça que eu convivo. Se hoje eu vejo alguém, algum lugar, é tudo tão somente calmaria, sem rima e sem as notas da canção. Perdi a inspiração para sonhar. Maldito! Traz de volta a poesia! Meu verso ainda não sabe a solidão! ********************* Lílian Maial
Enviado por Lílian Maial em 27/10/2014
Alterado em 21/10/2020 Comentários
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