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![]() Se não dormir agora...
®Lílian Maial Eu vi a dor da poesia no outro lado da face, onde as certezas se estremecem e o aceno entristece. A ideia de inexistir, o olhar de ontem, um reles nome. Eu vi a criança de volta aos braços da mãe depois de tantos anos, ou foi há pouco? É tudo o que sobra ao longo do tempo. Eu vi teu rosto marcado de ruas, teus olhos de sombra, que me perseguem no sono feito coisa que é para ser. Era apenas para brincar de roda, dar as mãos e sorrir, ir no tororó, beber água e voltar. E, no entanto, estendes a mão e os olhos, secos de luas, em gritos de mordaça. E nada mais quero ver. Lílian Maial
Enviado por Lílian Maial em 15/01/2014
Alterado em 21/10/2020 Comentários
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