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![]() COSTELA
Lílian Maial Detesto homem afoito, ou sem cuidado e espera. Melhor o que se empolga e esquece, em mim, da vida, Entende haver nos corpos cura e a despedida, A glória e a derrocada, a paz que desespera. Turvar-lhe o pensamento, abrir-lhe uma cratera, Na mente, à exaustão! Depois dar-lhe a acolhida Pequena concessão, quimera prometida, Fazer de nós o unguento, o altar que o amor venera. Há calma e descoberta, anseio curioso, Centímetros de oferta, enlace temeroso, Num átimo de fé, tortura e paraíso. Difícil segurar, não permitir o espasmo! Tão certo quanto o fim: teu riso e teu sarcasmo, Mais justo conceder o osso sem juízo! *********** *imagem retirada do blog costelladeeva.blogspot.com Lílian Maial
Enviado por Lílian Maial em 17/07/2010
Alterado em 21/10/2020 Comentários
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