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PHOENIX
Das cinzas faço tônico, o céu por testemunha, do ocaso, abandono, do amor, a triste alcunha. As mãos, em carne viva, tua face irão tocar, e a boca sem saliva, teu mar vai inundar. Renasço a cada instante, que o amor me entrega a ti, e mesmo que inconstante, vivendo, sucumbi. A morte é um alento, que a vida me dá, e eu, Phoenix, só me lembro, de reviver, pra te amar. **********
Lílian Maial
Enviado por Lílian Maial em 01/06/2006
Alterado em 01/06/2006 Comentários
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