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DEIXA-ME!
DEIXA-ME!
Lilian Maial Paga a conta, sai da sala e deixa teu número sobre a mesa, já que plantaste a semente, a vingar frutos certeiros! Vai para casa protegido (se bem que esse sorriso ainda perdura, a resgatar toda a candura do frescor do novo brilho)! Não olha para trás! Não falseia! Que o preço desse olhar não arde em ti, embora corroa feito a cera, que derrete com o fogo, mas o vê apagar-se pavio. Deixa-me a recordar, a arrepender, a mais querer! Deixa-me assim: sem aviso, neste suspiro! ***********
Lílian Maial
Enviado por Lílian Maial em 01/03/2006
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