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JANE
JANE
Lílian Maial no seio da mata no colo da Mãe me sinto segura descanso do tempo mas sem teu calor sou Jane perdida viúva da selva nem maga ou druída sou galho e sou cobra rastejo e me enrosco pau de toda obra e cimento (aposto) sou tronco frondoso cipó pendurado de copa cerrada de punhos fechados vivente na relva um grito, um milênio no peito da terra faltou oxigênio na mata, a mamata na serra, a baderna o ouro sumiu as pedras racharam meu Tarzan c a i u . . .
Lílian Maial
Enviado por Lílian Maial em 17/02/2006
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